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domingo, 12 de setembro de 2010

Pois é, já estou de partida amanhã de manhã para Quirigua, Ruínas Maia!

Já está tudo pronto e acertado para minha partida amanhã de manhã, para Quirigua. Fiz as UPs necessárias para o novo GPS, reconferi tudo, pero que agora a noite, começou a cair uma chuva forte, mas estou trocendo para que 'ela' não venha atrapalhar meus planos.
Não quero ficar mais que uma semana em canto nenhum mais, chega. Com ou sem grana de agora para adiante eu vou estar na estrada, que se dane tudo.
Também já cotei os preços para o 'outro' GPS que vou comprar e, catei no México, onde consertar o CX, se tiver solução vou ficar com três e assim nunca mais passo pelo que passei aqui.
O Nuvi 500 - Híbrido, esta custando no México, 340 Dólares e nos EUA, no E-Bay ou Amazon, 211,00 USD, não sei onde vou comprar, pois a diferença é pequena, mas deve ser nos EUA mesmo, sei lá, agora to meio neurótico de sofrer outra pane, ainda mais que no México a coisa é bem mais complicada que aqui na Guatemala em termos de rodovias, já que não há apenas 'umas' duas ou três principais, lá tem dezenas e o que é pior, muitas com pedágio e isso no México leva qualquer um a falência pois eles tem o pedágio mais caro do mundo!

sábado, 11 de setembro de 2010

(10 Set / Sexta-feira) Dia de fazer a manutenção do filtro da 'Guerreira'.

Acordei como todos os dias bem cedo e já me pua a fazer a troca e adaptação do filtro de ar, já que aqui não se encontra, nem nada parecido com o filtro da Dafra e, menos ainda o que seria uma opção, o da Honda, usado no modelo FAN.
Desmontei tudo, tirei o filtro e pus mãos a obra, recortando todo o filtro velho, tirando-o do suporte, depois também a tela de metal, já que é bobagem mantê-lo como sugeriu um companheiro, que fez esta adaptação usando o filtro da FAN. Depois recortei o que eu encontrei aqui em Guate, para ficar do mesmo tamanho do original, mesmo sendo ele um pouco menor em diâmetro, peguei a pistola de cola quente e fixei no suporte/ tampa da caixa de ar e pronto, tudo feito.
Depois fui fazer a instalação do acendedor de cigarros, para assim poder ligar direto o alimentador do GPS nele sem nenhuma 'gambiarra', que acho que foi isso que acabou 'detonando' o outro GPS pois naveguei desde Cartagena-COL, até, Honduras, com a 'gambiarra' e talvez isso tenha ocasionado este curto-circuito no aparelho agora aqui na Fronteira da Guatemala, enfim, agora mesmo sem usar, pois não pretendo utilizar alimentação externa, salvo somente se as pilhas se descarregarem comigo em 'rota', eu tenho pelo menos um acendedor de cigarros o que vai me facilitar, pois não precisarei parar cada vez que sentir vontade de acender um cigarro para fumar.

Na hora do almoço dei uma pequena parada e preparei um arroz básico para comermos com a sobra do frango que eu havia comprado na véspera no Hiper e assim eu e Jaime comemos e logo em seguida ele se foi para o Centro, em busca de concessionárias de moto enquanto eu continuei cuidando da 'Guerreira'.
Já eram quase seis horas quando ele e Leslie chegaram e encontraram um amigo deles, também chamado Luiz que já estava aqui comigo enquanto eu preparava o jantar para todos, uma massa, tipo 'gravatinha' à Bolognesa, para mim, Jaime e Luiz e para Leslie que não come carne vermelha, o mesmo, sendo que o molho de frango desfiado.
Comemos todos e mais tarde ainda chegou mais uma amiga deles e assim a noite de sexta seguiu até bem tarde, (para eles, onze horas), regada a cerveja e café para mim.

(09 Set / Quinta-Feira) - Embaixada Canadense e o VISA.

Passei uma noite excelente. Dormi que nem vi chuva cair a noite, nada. Uma tranquilidade só e, como meu organismo não sabe quando estou ou não em um lugar que não seja uma 'carretera', claro eu acordei como de costume bem cedo, às seis.
Tomei um café rápido e básico, só o café, e montei na 'Guerreira' rumo a Embaixada do Canadá para buscar este 'bendito VISA.
Cheguei e já haviam seis pessoas na fila a espera para subir e também requerer seus ingressos para o País. entrei na fila.
As oito recebemos o 'ok' dos seguranças e todos subimos ao sexto andar onde fica o setor responsável pela emisão dos vistos.
Fiz todos os procedimentos e aguardei minha vez para ser entrevistado como todos. Quando fui chamado me dirigi a uma pequena sala onde uma senhora começou uma espécie de interrogatório, bem diferente do que eu havia passado em Manágua, na Embaixada dos Estados Unidos onde foi tudo muito rápido e tranquilo.
Logo de cara a primeira pergunta foi: Porquê está viajando ao Canadá? - Minha resposta: - Amiga,se você me perguntar porque estou aqui eu não vou saber te responder com exatidão! - Vejo que sacou seu VISA Estadounidense em Manágua, porquê? - Amiga, viajo em cima de uma moto. Minha idéia original era ir-me ao México, e de lá, em qualquer cidade portuária ou onde tivesse um preço melhor para eu embarcar minha motocicleta para a Europa, fosse de navio ou avão eu iria, porém em Nicarágua, mudei meus planos e decidi, já que estava aqui, em CentroAmérica iria conhecer tudo e também a América do Norte!
- Porque não sacou seu VISA no Brasil?  - Amiga, foi como eu disse. Essa foi uma decisão e mudança de planos em trânsito, não era minha idéia ir ao Canadá ou outro país além do México!
- E quanto tempo pensa em ficar no Canadá? - Amiga, você não está me compreendendo.não vou ao Canadá porque lá tem neve, porque os Ursos são dóceis, ou, porque o País é lindo, nada disso. O Canadá é o fim da América do Norte, se houvesse uma estrada ligando ao continente europeu, eu estaria aqui pedindo um VISA de TRÂNSITO, mas como não há sou obrigado a pedir um de turismo para no menor tempo possível em uma cidade qulaquer portuária do Canadá eu poder orçar o embarque da motocicleta de navio ou de avião.
Se tiver o VISA negado, para mim pouco importa, a não ser o fato que terei perdido 75 Dólares, porém embarcarei por Nova York, ou mesmo, em último caso, irei a São Francisco e farei a cotação de preços lá. Para mim isso é indiferente!
A 'mona' deve ter ficado louca,pois mandou-me aguardar, enquanto passava as informações as autoridaes de lá e cerca de uns quinze minutos depois fui novamente chamado ao guichê para pegar meu Passaporte VISADO até Fevereiro de 2011. Voltei para a casa de Leslie.

Mais uma vez enfrentei um trânsito louco mas desta feita sem maiores transtornos já que estava mais acostumado as 'loucuras' daqui e de como não errar o trajeto nem perder minha rota.
Quando cheguei, havia no estacionamento do condomínio uns homens conversando e quando parei a 'Guerreira' virei o centro das atenções, com todos querendo saber quem eu era, onde estava hospedado, de onde eu vinha, para onde ia, enfim.
Quando expliquei qye era um Rider, viajando por todo o mundo e, vinha originalmente do Brasil, um deles se adiantou bastante empolgado e me disse que tinha uma namorada brasileira e que eu esperasse um momento que ele a iria chamar.
Não demorou e chegou o 'cara' acompanhado da minha 'conterrânea'. Autemisa, uma Goiana, brasileiríssima, gostosíssima e com o sotaque 'mineiro' que de cara me fez pôr em dúvida se ela era de fato de Goiania. Muitos risos, brincadeiras e, ficamos eu e ela 'trocando figurinhas e tricotando' penkas.
Autemisa me disse que está em Guatemala já fazem seis meses. Aproveitou para pôr próteses nos seios, (250 mls), também fez na semana passada seu nariz, (ainda com o curativo da cirurgia), tudo graças a generosidade do seu 'namorado' Guatemalteco.
Depois de muito tempo já eram quase uma hora da tarde nos despedimos e saímos todos para almoçar. Jaime, nesse instante também estava saindo e me encotrou no estacionamento e assim resolvi ir com ele para o centro a fim também de comer e depois buscar umas coisas para a 'Guerreira', (filtro de ar e um acendedor, para poder ligar a alimentação externa do GPS).
Andamos muito. Fomos a umas concessionárias para ver motos, já que Jaime pretende comprar uma para viajar como eu, já que ele no momento é mochileiro, enfim, andei muito por toda a Ciudad Guatemala e, até de ônibus coisa que é muito rara para mim eu também encarei.
Na volta, passamos no Hiper Paes e compramos algumas coisas para comer e, tive a surpresa de encontrar a mesma barraca, de 4 pessoas, que eu comprei em Costa Rica, ao preço de 36 Dólares, que eu até então, achava tinha sido uma 'puta pechincha', por 8 Dólares aqui. Ou seja MIFUUUUUUUUDI!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

(07 e 08 Set) - Desculpa a demora mas foram 72 horas que pareceram um mês!

Independente da chuva ter parado ou não, terça eu me mandei de El Salvador. Seis e meia da manhã, e uma garoa caía, mas mesmo assim, liguei o "se foda" e mandei ver.
Logo que saí do hotel, percebi que o GPS estava demorando mais que o normal para conectar os satélites mas, como estava chovendo e com isso o céu muito carregado, creditei ao mau tempo esta demora.
Rodei quase a metade do caminho, cerca de sessenta quilômetros embaixo de chuva. Horas fortes, horas fraca, tipo garoa, mas sempre com chuva.
Logo que deu uma estiada e o tempo começou a abrir, parei num posto de gasolina, e tirei a roupa de chuva para guardar. Tomei um café, que havia feito antes de sair e que estava na térmica, fumei um cigarro e meti o pé novamente.
Rodei até a Cidade de Hachadura, cerca de 8 quilômetros da Fronteira. Como o comércio ali era bem grande e diversificado aproveitei para ver se encontrava óleo Motul para repor o que eu havia usado quando fiz o 'check-up' no tailler de Marco. Não encontrei.
Segui então para a fronteira. Já eram nove horas quando eu cheguei a imigração. Muito tranquilo, sem nenhum estresse, nem fila, ninguém passando, fui logo atendido. Passei meu passaporte ao guarda que conferiu a minha entrada em Nicarágua e carimbou a minha saída de El Salvador.
Como eu já expliquei aqui o selo que você ganha quando entra na Nicarágua é, independente de qualquer coisa, por 90 dias e vale para os países do chamado C-4, Nicarágua, Honduras, El Salvador e Guatemala.
Passei então ao lado Guatemalteco, uns 100 metros adiante. Quando estacionei a moto, efui desligar o GPS, nada, ele não desligou. Tentei novamente e nada. Aí abri o compartimento das pilhas e tirei e coloquei de novo no lugar e, quando tentei religar, esta nada. nem sinal de vida. - "FUDEU!" - Pensei.
O GPS não ligou mais. Durante todo o tempo que fiquei fazendo os trâmites aduaneiros este nada. Não voltou mais a funcionar.
Na Guatemala os trâmites também são gratuitos a excessão de uma 'taxa' de Q$ 40,00, (Quarenta Quetzales), coisa de USD 5,00, por um 'Licenciamento Provisório', - Temporal, da moto. Você recebe um Selo Adesivo com um número como se fosse um emplacamento pelo período que te derem para permanecer no País.
Independente de eu ter somente até o dia 3 de outubro para sair do C-4, a 'Guerreira' tem até 6 de Dezembro para circular em Guatemala.
Saí da fronteira desolado, cagado e muito apreensivo quanto a questão do GPS. Sem mapas de papel, sem nada eu contava apenas com a minha memória e memorização da rota, já que enquanto estou parado vejo e estudo isso constantemente.
Baixei a mão no acelerador para chegar em Ciudad Guatemala ainda com tempo de buscar uma loja e comprar outro aparelho.
Cheguei eram quase três horas da tarde. Fui num shopping numa loja de eletro-eletrônicos. Perguntei se havia ou se vendia GPSs. Não!
Fui em outra, mais outra, mais outra... Nenhuma vendia. No caminho de outro shopping, parei para me informar com um policial.
Este surpreso me desencantou: - Amigo, não temos estas coisas aqui. Desista. Se, você achar, será na 'tienda Mundo Extremo' que é uma loja especializada em caça, pesca, camping, armamentos, lá talvez possa ter, fora isso... Só nos EUA, se você está indo para lá.
Isso foi um balde de água fria, estava literalmente fodida agora. Faria Guatemala, México, pelo menos até Jalisco, que eu já havia visto antes em El Salvador, quando pesquisava o NUVI 500, que havia. Caro, mas havia.
Mesmo desenganada continuei tentando até quase umas seis horas da tarde. Nada. Pra completar o endereço de Leslie estava no GPS, eu me lembrava que era, alguma coisa 7... não tinha certeza se era 'Zona', 'Avenida' ou 'Calle' mas que era "7" isso era. Resolvi então catar um hotel para passar aquela noite. Emcontrei outro policial este na Zona Sete e perguntei sobre a Calle 32, pois eu me lembrava de 'sete, alguma coisa, trinta e dois', devia ser "calle". O policial desconhecia esta 'calle' nesta zona.
Indaguei então por um 'hotel barato'. Ele meio que rindo disse que ali estava repleto de 'hotéis' baratos mas aquele local não era muito seguro.
Gente, lugar nenhum até agora que eu passei, sequer chegou aos 'pés' do meu amado Rio de Janeiro, logo não seria ali, a 'Zona Sete' da Ciudad Guatemala, que seria diferente. Agradeci ao guarda e me fui para onde estavam os hotéis. Achei um com estacionamento e entrei. Perguntei ao recepcionista quanto era a diária para uma noite, ele me respondeu Oitenta Quetzales, (10 Dólares). Disse que eu pagava 60. Fechamos.
De fato a área era meio sombria, mas pelo fato de ser uma zona de prostituição. As "primas", no hotel defronte ao que eu estava já estavam 'batalhando' seus clientes.
Desarrumei a moto, as coisas que eu precisava, o computador e fui para o quarto depois de estacioná-la bem e de ligar o alarme.
Agora era ver se o modem de El Salvador,que estava com uma semana de crédito de navegação, até segunda-feira, conectaria em Guatemala.
Primeira tentativa. Conectou... porém, não navegou. Lembrei do APN, que estava configurado SV, (El Salvador), criei uma nova conexão agora com o APN, GT. BINGO!
Loguei o Skipe e liguei para a Leslie em seu celular. Atendeu. Ufa... Disse que eu já estava em Guatemala, na 'Zona 7' e qual era seu endereço certo, ela então me passou: Zona 11, 7 Calle, 32-32, próximo ao Hiper Paes Rosevelt. Nada a ver, com onde eu estava.
Contei por alto o ocorrido e disse que na manhã seguinte, depois de tentar achar onde vendesse GPS eu ligaria para ela me esperar.
Abri a página do Google, Guatemala, escrevi, "GPS GARMIN TIENDA VENTA GUATEMALA", me apareceu uma penca de locais todos na Argentina, Espanha, EUA, e, lá no finalzinho um comentário de um fórum daqui, onde um cara perguntava onde se comprava aparelhos novo em Ciudad Guatemala. Fui nele.
UFA! - Havia uma resposta de uma pessoa que dizia que um 'tal' Grupo Comudisa, vendia mas que ele não se recordava do endereço.
Novamente 'pai google'. "GRUPO COMUDISA GATEMALA GPS"... Apareceu! ACHEI! Fui na página deles e lá estavam vários aparelhos de segurança, alarmes, rádios comunuicadores, telefones por satélite e, GPSs, da linha GARMIN!
Peguei o endereço, e na manhã seguinte ainda não eram oito horas eu já estava na 'porta' da empresa! Consegui. Esta é a única empresa em toda Guatemala que vende aparelhos de GPS em estoque!
Já havia visto os modelos, preços e o mais em conta e com mais recursos que atendiam a minha necessidade naquele momento era o HCX, (o que havia queimado era CX), USD 324 Dólares, (na página estava a 384,) chorei um desconto, mas não tinha como, ficou pelos 324 mesmo!
Tudo feito, fatura emitida fui ao caixa. Entreguei o VTM, a reposta: - Não é possível realizar a transação. - Caralho! - O babaca não sabe 'debitar'pagamento em VTM, lá fui eu a um caixa eletrônico sacar Q$ 2.500,00, que não puderam ser de uma só vez pois o limite em Guatemala de saques é de Dois Mil, quase 300 Dólares.
Voltei, paguei em dinheiro, peguei o GPS, inseri o cartão do outro e mais uma novidade. Os mapas não estavam disponíveis pois era outro aparelho, eu teria de desbloqueá-los para usá-los.
Pedi licensa para usar a loja e fazer toda UP ali mesmo, sendo autorizada e assim pus pelo menos o Mapa de Guatemala no SD para poder assim me locomover na cidade e, claro, achar a casa de Leslie.

Finalmente a Casa de Leslie

Saí do Grupo Comudisa, já estava quase na hora do almoço, (aqui), umas onze horas. Fui na loja de conviniência onde eu havia sacado o dinheiro, pois, na hora em que fui não prestei bem atenção mas me pareceu que havia ali lanches rápidos. Não havia.
Mas do lado de fora, na esquina havia umas barraquinhas de lanches e, numa delas se vendia 'Hot-Dogs'. Pedi um e enquanto o cara preparava fui até um telefone público bem defronte onde estava a barraca e, ao lado numa 'barraquinha' de balas, cigarros e um monte de miudezas, perguntei como funcionava os telefones no País, se tinha que por fichas, comprar um cartão, enfim.
O cara me disse que nada disso, bastava colocar uma moeda de 1 Quetzale e discar o número. Como eu tinha muitas moedas de 1, fui direto, peguei meu cel com o número de Leslie e liguei para ela.
Depois de falarmos rapidamente, ficou combinado que ela me buscaria onde eu estava. Que eu esperasse que assim seria mais fácil
Uma hora depois chegou Jaime, um outro mochileiro que também está no 'couch', de Leslie. Nos apresentamos e aproveitei para almoçarmos logo e definirmos umas coisas já que ele ainda iria a um outro lugar.
Como eu estava ali no Centro, também resolvi ir logo na Embaixada do Canadá, ver a questão do meu VISA, assim ganharia tempo até as seis horário em que Leslie e Jaime estariam de volta a casa, já que ela trabalha.
Com a sua ajuda eu corrigi a direção da casa, tudo já no GPS, e ficou combinado que assim que eu terminasse tudo, eu iria para a casa, estivessem eles ou não eu ficaria esperando.

O trânsito na Capital é infernal. Para completar o sistema viário parece foi porjetado por uma criança de cinco anos pois não há retornos nas avenidas. Todas, sem excessão tem canteiros divisórios, sem saídas, logo se você toma um caminho errado está literalmente fodido. Vai rodar no mínimo uns 5, 10 kms até achar uma saída ou lugar onde possa fazer um retorno.
Policiamento é muito. Tipo uns 15 guardas de trânsito num trecho de 500 metros, fora patrulhas, motos, caminhonetes, ou seja, 'bandalhas' só mesmo 'gringos' porque os locais nem pensar.
Mesmo estando a menos de 3 quilômetros da Embaixada eu levei quase uma hora para chegar, devido a estes problemas de pegar uma via errada e não ter meio de voltar ou corrigir. Foi uma prova-de-fogo para o GPS novo. Recálculo em cima de recálculo de rota para finalmente eu chegar!

Subi, vi que estava tudo certo e ficou marcado para no dia seguinte, no caso ontem, quinta-feira, eu ir dar entrada no pedido de VISA que sai no mesmo dia quando é concedido.

Mais uma maratona, cheguei na Embaixada do Brasil, porém não era ali, no local que eu fui, e sim numa outra avenida e para não me perder, um funcionário pegou um veículo e me guiou até o consulado que por ser duas da tarde, já não havia mais expediente.

Voltei então para a casa de Leslie, outra 'maratona' nas vias e no trânsito mas desta feita, um pouco mais escolada, sem muitos incidentes, porém, com o 'foda-se' ligado e haja 'bandalha'.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Se o estupro é inevitável, relacha e goza!

E é isso que eu vou fazer. A chuva não dá trégua. Na Guatemala a coisa está igual, logo é loucura eu sair e ir daqui até lá, 300 kms embaixo d'água.
Vou ficar aqui mesmo em San Salvador e, monitorando dia-a-dia como a coisa evolui. Por enquanto, de acordo com os sites de clima, a coisa até quinta-feira não muda.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Hoje a parada foi sinistra.

Já é comum eu entar em paranóia todo dia de pagamento e conversão para dólares e recarga do meu VTM, mas hoje, nesses 19 meses, foi o pior de todos.
Sete horas da manhã, aqui, jah estava eu pronta, ligando para para a Amazônia Câmbio, para confirmar se o DOC tinha caído direitin e para logo, a Carmem, que é a pessoa que faz esta recarga para mim, agilizar tudo, também porque, meu dinheiro tinha acabado e eu estava só aguardando esta recarga para ir ao Caixa Eletrônico e fazer uma única retirada de uma vez.
Carmem não estava. Daniel que é o outro rapaz que cuida disso para mim disse que estava só dependendo do repasse do 'ok' do gerente geral, sobre o DOC, mas este estava numa embaixada fazendo a entrevista para um VISA.
Carmem conectou, não estava na Matriz, estava na filial e, para agilizar me pediu que eu enviasse o comprovante do DOC que ela liberaria para adiantar.
Tudo bem quando abri a página do banco para acessar e enviar o comprovante, minha internet despencou. Imaginei, venceu o crédito do dia. Sai que nem louco peguei a moto fui a um caixa, (tudo que eu havia programado e que havia passado de privação esta semana para não fazer dois saques foi por água abaixo), peguei 100 Dólares, os ultimos que havia e voltei para o hotel, antes, parei e comprei 3 Dólares de crédito para navegar um dia.
Enviei a MSG de Texto, e quando pedi para conectar NADA. Liguei para a TIGO que é a operadora, fui informado que toda Banda 3G havia despencado pois estavam fazendo UP no sistema. Ótimo.
Fui para uma LAN. Consegui falar com Carmem e Daniel. Acessei o banco enviei para ela o comprovante. Blz. Recebido, isso, já eram quase nove da manhã.
Conversei com Carmem ela me tranquilizoue disse que já havia mandado a ordem ao banco para fazer a recarga e que eu ficasse despreocupado.
Saí da Lan House e fui comprar as coisas que faltavam para amanhã eu meter o pé na estrada. Comprei tudo. Cigarros, um alicate de corte pequeno para eu fazer as bijouterias, uma 'renka' de missangas, etc, outro carregador de carro para adptar no GPS, fiz um lanche e voltei para o hotel.
Isso jé eram onze e tal da manhã. Passei num caixa eletrônico e fui sacar o restante da grana para ir a Guatemala, 250 Doletas... "Impossíble Realizar su Transación - Fundos insuficiente!" = Ótimo, a porra da recarga não foi feita.
Volto pra LAN... Chamo a Carmem, chamo o Daniel, ninguém responde. Fui no hotel, descarreguei tudo e voltei..Eles haviam respondido enquanto eu estava 'off-line' dizendo que a recarga havia sido feita.
Entrei no site do VTM dei um Ctrl+C e colei na tela do MSN. Imediatamente eles ligaram pro banco e os caras para tirar da reta claro disseram que a recarga estava feita mas na realidade 'porra nenhuma'. Resumindo mais uma hora nessa lenga-lenga, quatro horas da tarde, hora do Brasil, meu dinheiro entrou no cartão.
Saio da Lan, vou ao caixa. "Fuera de Servicio esto Momiento" - PUTO, vou numa espécie de Mac Donald's onde tem caixa eletrônico.
Feito os precedimentos, peço 250 Dólares. 'Lamentablemente esto Valor no si Puede Sacar'... - Conto até mil... saio e vou num posto de gasolina onde tem 5 Caixas Eletrônicos, (sorte que tudo isso era perto um do outro, senaum eu já tinha matado uns 10 no caminho), fui direto no do ScoitaBank onde gosto e costumo sempre sacar, ULALÁ. FUNCIONOU!!!

Quatro e meia da tarde, hora do Brasil eu finalmente tive dinheiro em mãos, com isso, tudo que eu ia arrumar na 'Guerreira' tudo que eu ainda pretendia fazer floi por água abaixo, pois aqui eram uma e meia da tarde.

Voltei ao Hotel e, pelo menos a NET havia voltado. Na primeira tentativa conectou, mas meu dia estava perdido e com isso vou-me sóno sábado para a Guatemala, direto, sem ir nos pontos que eu queria ir aqui em El Salvador!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

24 Horas para a partida. Bem Jack Bauer.

Acabei de contactar a 'Leslie', minha cicerone em Ciudad Guatemala, vou me 'jogar' no sofá da casa dela por dois dias e está tudo acertado para eu chegar, creio no domingo pela manhã.
O que tem me preocupado um pouco é esta situação caótica que está no México com o Governo sendo desafiado pelas quadrilhas de 'narco' e, até o momento sem tomar providência alguma concreta.
Minha rota original, passa mais ou menos perto das duas cidades. Tamaulipas, onde houve o 'massacre', e Hidalgo, onde esta semana mataram o Prefeito à tiros.
Estava também programada de ir a Cancún, mais ontem um atentado a bomba num bar de lá, matou oito pessoas, logo, estou numa sinuca de bico, pois Nuevo Laredo ou Piedras Negras, são as duas fronteriras mais próximas do leste dos EUA, já que pretendo começar minha 'exploração' por Miami, até mesmo porquê vou buscar um 'presente' que será enviado pelo amigo do Orkut e Blogueiro, (http://renatolyra.blogspot.com/), Renato Lyra, para a casa de sua mãe que reside lá.

Então, como podem perceber a coisa está complicada, pois tirando as Rotas Originais, tanto Laredo quanto Piedras Negras, me resta Tijuana, que além de ser muito mais longa, vou ter de fazer 'peripécias mil' para fugir dos 'absurdos pedágios' mexicanos e vou ao invés da Costa Leste, entrar pela Oeste, na Califórnia, que de qualquer modo é certo eu também ir pois a 'Histórica 66' começa em Chicago e finda lá, mas que era melhor para mim fazer todo o lado leste do Golfo do México primeiro, isso era.